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Vendas no varejo fecham 2025 com alta de 1,6%

13/02/2026 09h00 | Atualizado em 13/02/2026 10h37

Em dezembro de 2025, o volume de vendas no comércio varejista nacional variou -0,4% frente a novembro, na série com ajuste sazonal. A média móvel trimestral teve variação positiva de 0,3%.  

Na série sem ajuste sazonal, frente a dezembro de 2024, o comércio varejista apresentou crescimento de 2,3%, acumulando expansão de 1,6% em 2025. 

No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças; material de construção; e atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, o volume de vendas caiu 1,2% em dezembro, na série com ajuste sazonal. A média móvel trimestral apresentou variação de +0,1%. 

Na comparação com dezembro de 2024, o varejo ampliado cresceu 2,8%, enquanto em 2025 acumulou variação de 0,1%. 

Período Varejo Varejo Ampliado
Volume de vendas Receita nominal Volume de vendas Receita nominal
Dezembro / Novembro* -0,4 -0,4 -1,2 -1,0
Média móvel trimestral* 0,3 0,3 0,1 0,2
Dezembro 2025 / Dezembro 2024 2,3 4,4 2,8 4,6
Acumulado 2025 1,6 6,4 0,1 4,0
Acumulado 12 meses 1,6 6,4 0,1 4,0
*Série COM ajuste sazonal
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Conjunturais em Empresas

O crescimento de 1,6% em 2025 foi o nono ano consecutivo de ganhos. Na comparação com os anos anteriores, o resultado de 2025 é menor, em termos de amplitude, a 2024 (4,1%) e no mesmo patamar que o fechamento de 2023 (1,7%). O crescimento de 2025 levou também a série do índice de base fixa do volume com ajuste sazonal a novos níveis recordes atingindo o patamar máximo em novembro.

A passagem de novembro para dezembro de 2025 registrou variação de -0,4%, resultado na faixa de variação entre +0,5% e -0,5%, considerado estabilidade.

INDICADORES DO VOLUME DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA E COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO, SEGUNDO GRUPOS DE ATIVIDADES
ATIVIDADES MÊS/MÊS
ANTERIOR (1)
MÊS/IGUAL MÊS
DO ANO ANTERIOR
ACUMULADO
Taxa de
Variação (%)
Taxa de
Variação (%)
Taxa de
Variação (%)
OUT NOV DEZ OUT NOV DEZ NO ANO 12 MESES
COMÉRCIO VAREJISTA (2) 0,5 1,0 -0,4 1,0 1,5 2,3 1,6 1,6
1 - Combustíveis e lubrificantes 1,7 0,7 0,3 0,2 -1,2 3,0 0,6 0,6
2 - Hiper, supermercados, prods.  alimentícios, bebidas e fumo 0,0 1,1 -0,3 0,0 0,1 1,3 0,8 0,8
       2.1 - Super e hipermercados 0,2 1,0 -0,4 0,4 0,2 1,3 1,1 1,1
3 - Tecidos, vest. e calçados 0,1 -0,8 -0,4 -2,3 -3,9 -2,5 1,3 1,3
4 - Móveis e eletrodomésticos 1,3 2,3 -0,7 3,4 5,7 6,9 4,5 4,5
       4.1 - Móveis - - - -6,6 -3,8 -1,9 -4,3 -4,3
       4.2 - Eletrodomésticos - - - 7,0 9,5 10,0 7,5 7,5
5 - Artigos farmaceuticos, med., ortop. e de perfumaria 0,4 2,3 -5,1 6,4 7,5 6,8 4,5 4,5
6 - Livros, jornais, rev. e papelaria 0,7 1,2 -2,0 1,0 5,9 -1,6 -0,9 -0,9
7 - Equip. e mat. para escritório, informatica e comunicação 5,1 4,1 6,0 8,0 9,9 31,1 4,1 4,1
8 - Outros arts. de uso pessoal e doméstico 0,1 1,6 -1,8 1,2 4,5 0,6 2,2 2,2
COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO (3) 1,0 0,6 -1,2 -0,3 -0,2 2,8 0,1 0,1
9 - Veículos e motos, partes e peças 2,9 0,2 -2,4 -4,3 -5,3 0,7 -2,9 -2,9
10- Material de construção 0,5 0,5 -2,8 -3,8 -2,9 0,1 -0,2 -0,2
11- Atacado Prod.Alimen.,Beb. e Fumo       2,3 0,9 9,7 -2,3 -2,3
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Conjunturais em Empresas
(1) Séries com ajuste sazonal.
(2) O indicador do comércio varejista é composto pelos resultados das atividades numeradas de 1 a 8. 
(3) O indicador do comércio varejista ampliado é composto pelos resultados das atividades numeradas de 1 a 10.

Seis das oito atividades ficaram no campo negativo, na série com ajuste sazonal 

A variação de -0,4% no volume de vendas do comércio varejista, de novembro para dezembro de 2025, teve predominância de taxas negativas, atingindo seis das oito atividades pesquisadas:  Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (-5,1%), Livros, jornais, revistas e papelaria (-2,0%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1,8%), Móveis e eletrodomésticos (-0,7%), Tecidos, vestuário e calçados (-0,4%) e Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,3%).

Apenas dois dos oito grupamentos pesquisados não registraram taxa negativa: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (6,0%) e Combustíveis e lubrificantes (0,3%). Já no varejo ampliado, Veículos e motos, partes e peças e Material de construção caíram: -2,4% e -2,8%, respectivamente.

Seis atividades do varejo avançaram na comparação com dezembro de 2024 

Frente a dezembro de 2024, seis atividades do varejo (2,3%) também tiveram variações no campo positivo: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (31,1%), Móveis e eletrodomésticos (6,9%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (6,8%), Combustíveis e lubrificantes (3,0%), Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,3%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,6%).

Os setores que ficaram no campo negativo foram: Tecidos, vestuário e calçados (-2,5%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (-1,6%).

No varejo ampliado, Veículos e motos, partes e peças teve alta de 0,7%, Material de construção variou 0,1% e Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo subiu 9,7%.

INDICADORES DA RECEITA NOMINAL DE VENDAS DO COMÉRCIO VAREJISTA E COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO, SEGUNDO GRUPOS DE ATIVIDADES
ATIVIDADES MÊS/MÊS
ANTERIOR (1)
MÊS/IGUAL MÊS
DO ANO ANTERIOR
ACUMULADO
Taxa de
Variação (%)
Taxa de
Variação (%)
Taxa de
Variação (%)
OUT NOV DEZ OUT NOV DEZ NO ANO 12 MESES
COMÉRCIO VAREJISTA (2) 0,3 0,9 -0,4 4,8 4,3 4,4 6,4 6,4
1 - Combustíveis e lubrificantes 1,4 1,0 0,5 2,6 1,1 4,7 5,2 5,2
2 - Hiper, supermercados, prods.  alimentícios, bebidas e fumo -0,1 0,7 -0,5 4,5 2,9 3,2 6,4 6,4
       2.1 - Super e hipermercados 0,0 0,4 -0,5 4,9 3,0 3,2 6,7 6,7
3 - Tecidos, vest. e calçados 0,6 0,3 1,0 1,8 0,7 1,6 4,9 4,9
4 - Móveis e eletrodomésticos 0,3 1,5 -1,2 1,4 2,9 3,6 4,0 4,0
       4.1 - Móveis - - - -3,7 -1,0 0,6 -1,2 -1,2
       4.2 - Eletrodomésticos - - - 3,0 4,2 4,6 5,8 5,8
5 - Artigos farmaceuticos, med., ortop. e de perfumaria 1,3 2,9 -3,6 11,1 12,9 12,3 9,5 9,5
6 - Livros, jornais, rev. e papelaria 2,2 2,3 -1,3 6,1 11,3 3,1 4,8 4,8
7 - Equip. e mat. para escritório, informatica e comunicação 4,6 2,8 6,9 5,6 6,0 26,6 3,8 3,8
8 - Outros arts. de uso pessoal e doméstico 0,5 2,0 -1,6 5,6 9,1 4,8 6,7 6,7
COMÉRCIO VAREJISTA AMPLIADO (3) 0,4 1,2 -1,0 2,7 2,0 4,6 4,0 4,0
9 - Veículos e motos, partes e peças 2,5 0,2 -1,8 -2,6 -3,7 2,1 -0,6 -0,6
10- Material de construção 0,4 0,7 -2,2 -1,2 -0,5 3,1 2,4 2,4
11- Atacado Prod.Alimen.,Beb. e Fumo       3,6 0,5 9,2 1,0 1,0
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Estatísticas Conjunturais em Empresas
(1) Séries com ajuste sazonal.

O grupo de Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação registrou alta de 31,1% em dezembro de 2025 em comparação com o mesmo mês do ano anterior, quarto mês consecutivo de alta e maior variação desde maio de 2021 (32,7%). No acumulado do ano em 2025, o setor chegou a registrar perdas de 2,4% até abril, ganhando força à medida que novos meses eram contabilizados, fechando o ano com ganhos 4,1%, acima do registrado nos anos anteriores: 0,7% em 2024 e 2,0% em 2023. Vale lembrar que o setor é influenciado pela variação do dólar frente ao real e, ao longo do ano, houve desvalorização da moeda americana.

O grupamento de Móveis e eletrodomésticos registrou alta de 6,9% nas vendas frente a dezembro de 2024, seguindo trajetória positiva dos cinco meses anteriores. O setor registrou a terceira maior influência no indicador geral do varejo, contribuindo com 0,5 p.p. para a composição da taxa total de 2,3%. No acumulado do ano de 2025, o resultado foi de ganhos: 4,5% na comparação com 2024, superando os resultados dos anos anteriores (4,1% em 2024 e 2,1% em 2023). Deve-se salientar que o desempenho positivo de 2025, 2024 e 2023 vem depois da atividade apresentar perdas de 6,7% em 2022 em relação a 2021.

O setor de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria apresentou alta de 6,8% nas vendas frente a dezembro de 2024. O segmento vem registrando taxas positivas, no indicador interanual, desde março de 2023, quando apresentou 7,1% de crescimento. A atividade também teve influência na composição da taxa global, contribuindo com 0,6 p.p. Em 2025, o acumulado foi de 4,5%, completando assim 9 anos consecutivos de ganhos, já que o último ano a fechar com perdas para o setor foi 2016 (-2,1%).

Já a atividade de Combustíveis e lubrificantes registrou crescimento de 3,0% em dezembro de 2025 em relação ao mesmo mês de 2024, resultado contrário ao movimento registrado no mês anterior (-1,2%). Com isso, a contribuição para a composição da taxa global foi positiva em 0,3 p.p. para o total de 2,3% do varejo. O setor fecha 2025 com ganhos acumulados de 0,6%, primeiro ponto positivo após 2024 registrar perdas em relação ao ano anterior (-1,5%);

O grupo de Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo registrou alta de 1,3% em dezembro de 2025 em relação ao mesmo mês de 2024, primeiro ponto positivo, após uma sequência de quatro meses sem crescimento (-0,5% em agosto, -0,6% em setembro, 0,0% em outubro e 0,1% em novembro). Com isso, o setor fecha o ano de 2025 com ganhos 0,8% em relação a 2024, quarto ano consecutivo com indicadores positivos e o menor dessa sequência: 1,4% em 2022, 3,7% em 2023 e 4,6% em 2024.

O setor de Outros artigos de uso pessoal e doméstico, que engloba lojas de departamentos, óticas, joalherias, artigos esportivos, brinquedos etc., apresentou alta de 0,6% nas vendas frente a dezembro de 2024, nono resultado positivo consecutivo. Dos últimos 23 meses, apenas o mês de março de 2025 registrou queda (-6,2%). Nesse contexto, 2025 acumulou ganhos de 2,2%, ritmo menor que o de 2024 (7,1%).

O grupamento de Tecidos, vestuário e calçados teve um desempenho, em volume, 2,5% inferior a dezembro de 2024, quarto valor negativo consecutivo. O setor foi o único a contribuir negativamente para o total do varejo, somando -0,2 p.p. ao total de 2,3%. O ano de 2025 representou a consolidação de uma retomada de crescimento, com ganhos pelo segundo ano consecutivo: 1,3% em 2025, 2,9% em 2024 e -4,6% em 2023. O desempenho positivo de 2025 no entanto, veio em ritmo de desaceleração desde junho, quando chegou a acumular 5,5%.

A atividade de Livros, jornais, revistas e papelaria caiu 1,6%, em volume, nas vendas frente a dezembro de 2024, invertendo trajetória positiva de dois meses consecutivos (1,0% em outubro e 5,9% em novembro). Após um período quase ininterrupto de quedas, o setor vem experienciando alternâncias de taxas negativas e positivas: altas em maio (3,2%), julho (3,8%), agosto (0,8%), outubro (1,0%) e novembro (5,9%); baixas em junho (-1,1%), setembro (-1,9%) e dezembro. Com isso, o setor volta a acumular perdas no ano 2025 (-0,9%), mas com menor amplitude do que ano anterior (-7,7%). Essas quedas sistêmicas reverberam a migração do consumo de produtos ofertados por empresas dessa atividade (livros físicos) para outras formas de comercialização (plataformas digitais).

No âmbito do comércio varejista ampliado, a atividade de revenda de Veículos e motos, partes e peças apresentou crescimento de 0,7% nas vendas frente a dezembro de 2024, primeiro no campo positivo após seis meses registrando queda. Tais quedas consecutivas nos meses anteriores refletem um ano de 2025 que fecha com perdas acumuladas de 2,9%, no volume, em relação ao ano de 2024. O resultado anual é o primeiro no campo negativo desde 2022, que havia fechado em -1,7%.

Já as empresas de Material de construção apresentaram variação de 0,1% no volume de vendas frente a dezembro de 2024. Nessa comparação interanual, o setor registrou variações negativas ao longo de todo o segundo semestre de 2025, indicando arrefecimento da atividade após crescimento no início do ano. Assim, o segmento fechou 2025 acumulando uma variação de -0,2% em relação ao ano anterior, invertendo trajetória de ganhos acumulados em 2024 (4,8%).

O setor de Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo teve alta de 9,7% em dezembro de 2025 em relação a dezembro de 2024. Nessa comparação interanual, a atividade concentrou resultados negativos durante os primeiros trimestres do ano, invertendo trajetória a partir de setembro (7,7% em setembro, 2,3% em outubro, 0,9% em novembro e 9,7% em dezembro. O setor foi o que mais contribuiu positivamente para a composição da taxa global do varejo ampliado, somando 1,2 p.p. ao total de +2,8% do indicador interanual. Com isso e por conta do desempenho do início  do ano, o acumulado de 2025 foi de -2,3%, perdas inferiores ao registrado em 2024 (-7,1%).

Varejo avança 1,6% em 2025, nono ano consecutivo de resultados positivos 

O comércio varejista acumulou crescimento de 1,6% em 2025, fechando o nono ano consecutivo com ganhos. O resultado de 2025 é menor, em termos de amplitude, do que 2024 (4,1%) e no mesmo patamar que o fechamento de 2023 (1,7%).

No varejo ampliado, o resultado foi de +0,1%, menor que o de 2024 (3,7%).  Setorialmente, sete das onze atividades acumularam ganhos em 2025: Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (4,5%), Móveis e eletrodomésticos (4,5%), Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (4,1%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,2%), Tecidos, vestuário e calçados (1,3%), Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,8%) e Combustíveis e lubrificantes (0,6%).

Quatro atividades terminaram 2025 com perdas em relação a 2024: Veículos e motos, partes e peças (-2,9%), Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (-2,3%), Livros, jornais, revistas e papelaria (-0,9%) e Material de construção (-0,2%).

Vendas diminuem em 22 unidades da federação em relação a novembro 

Na passagem de novembro para dezembro de 2025, o volume de vendas no comércio varejista mostrou recuo em 22 das 27 unidades da federação, com destaque para Rondônia (-10,2%), Roraima (-6,4%) e Espírito Santo (-5,9%). Por outro lado, pressionando positivamente, figuram 5 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Rio de Janeiro (1,9%), Bahia (1,8%) e Distrito Federal (1,6%).

Para a mesma comparação, no comércio varejista ampliado, a variação entre novembro e dezembro teve resultados negativos em 23 das 27 unidades da federação, com destaque para Rondônia (-7,6%), Paraíba (-5,3%) e Roraima (-5,1%). Por outro lado, pressionando positivamente, figuram 4 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Rio de Janeiro (1,9%), Bahia (1,3%) e Distrito Federal (0,6%.  

Na comparação anual, vendas sobem em 23 das 27 unidades da federação 

Frente a dezembro de 2024, a variação das vendas no comércio varejista foi de 2,3%, com resultados positivos em 23 das 27 unidades da federação, com destaque para Amapá (15,6%), Bahia (8,0%) e Santa Catarina (7,4%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram 4 das 27 Unidades da Federação, com destaque para: Roraima (-2,4%), Amazonas (-1,5%) e Pará (-0,7%).

Já no comércio varejista ampliado, a variação entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025 teve predomínio de resultados no campo positivo: 21 das 27 unidades da federação, com destaque para Amapá (16,1%), Espírito Santo (8,1%) e Mato Grosso do Sul (8,0%). Por outro lado, pressionando negativamente, figuram 6 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Piauí (-3,7%), Rio Grande do Sul (-1,0%) e São Paulo (-0,7%).